Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Sonhos Roubados

 

 

 

 

 

Eu não sei
onde eu deixei
ou se alguém veio roubar
aquele sonho que sonhei
já não sei onde andará
Prefiro nem dormir
me esquecer de sonhar

 

(roubado do filme "Sonhos Roubados")

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Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

Avozinha velhinha

 

Devido à falta de tempo com que me tenho confrontado (entre outras coisas), as minhas vindas à internet têm-se restringido praticamente à leitura do email (leram bem - leitura) e a lutas de morte no Combat Arms contra Israelitas, Italianos, Turcos, Tugas, Espanhois, Franceses, Holandeses...e outras nacionalidades que agora não me apetece dizer. Refiro, só a título de curiosidade, a minha predilecção especial por lixar o canastro aos Italianos, com headshots insanos e pwnage a pacotes, coisa que, aliás, levou a um intenso combate verbal há uns dias atrás. Nada de extraordinário portanto.

 

Mas foi com uma gargalhada sonora que li sobre uma velhinha de 75 Primaveras que humilhou milhões de hackers deste mundo e do outro, mandando abaixo a internet de 2 países. Na contabilidade geral esta septuagenária liquidou a internet a 3.2 milhões de almas. Pessoal artilhado com pc's poderosissimos, ligações de fibra, conhecimentos vastos de engenharia informática. Tudo pulverizado, ownado completa e totalmente. E isto com uma pázada. Literalmente.

 

E ainda prenderam a senhora. Cambada de bárbaros!!

 

AQUI

 

 

 



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Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

True

 

 

Once upon a time, 2 rapazes com algumas espinhas e óleo Johnson no cabelo, caminhavam lado a lado no passeio quando um deles reparou em algo amarelo no chão. Era uma volta em ouro. O achado rendeu qualquer coisa como, 700$00 (tive alguma dificuldade em encontrar o cifrão no meu teclado). Obviamente falo em preços da altura, sem actualizações da inflação, desvios de risco, correcções monetárias e o raio que os parta.

 

700 paus deu para comprar um rotativo o qual, para o pessoal que não percebe nada destas merdas de disconights, era um aparelhómetro que, ligado a uma série de luzinhas às cores, fazia-as piscar como se tivessem a girar e criava aquele efeito psicadélico maluco o qual, aliado a merdas venenosas e de muita duvidosa legalidade mais um sonoro potente a bombar, dava uns espasmos brutais.

 

Do sucesso do rotativo e de uma série de festas de garagem ranhosas e pornográficas, passou-se para um pequeno investimento e muito engenho e dedicação e montamos uma chicoteca numa casa familiar que estava vazia e que deu que falar nesta santa terrinha por um bom par de anos, em grande parte devido à qualidade das bebidas alcoólicas que lá eram servidas, dado que o prazo de validade das mesmas já tinha expirado eu ainda nem era nascido.

 

Isto para dizer o quê? Que ainda estou vivo e agradeço a preocupação demonstrada nos mails que tenho recebido. Que não sei o que vai ser deste blogue. E também para dizer que tenho saudades...da verdade e de ouvir Marvin Gaye all night long.

 

This much is true. True shit!

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Terça-feira, 22 de Março de 2011

For a star...

 

 

 

Place your past into a book
Put in everything you ever took
Place your past into a book
Burn the pages let them cook

And you stood tall
Now you will fall
Don't break the spell
Of a life spent trying to do well

 

 

 

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Quarta-feira, 16 de Março de 2011

Estar nú

 

 

Lembrar-me que inevitavelmente terei que morrer é a mais importante ferramenta que eu alguma vez encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida. Porque praticamente tudo - todas as nossas expectativas externas, todo o nosso orgulho, todo o nosso medo do embaraço ou fracasso - todas estas coisas simplesmente caem em face da morte, deixando apenas aquilo que é realmente importante. Lembrares-te que mais cedo ou mais tarde vais morrer é a melhor forma que eu conheço de evitar a armadilha de que temos alguma coisa a perder. Nós já estamos nús. Não existe nenhuma razão para não seguirmos o nosso coração.

 

 

Steve Jobs

 

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Segunda-feira, 14 de Março de 2011

Rasquêdo

 

Não pertenço a esta geração, apesar de que, com este palavreado geracional, ficar sem saber onde afinal começa uma e termina a outra. Não me sinto particularmente membro de uma geração. Sinto, isso sim, como parte de um grupo que partilha determinados valores de vida e princípios ditados por um prematuro início de vida.

 

Pertenço a um grupo de pessoas que teve o 1º trabalho aos 11 anos (por iniciativa própria) e aos 18 anos o 1º ordenado a sério. Um emprego fácil sem dúvida. Andar com um calção vermelho, uma t-shirt branca e um apito na mão na praia, com gajas a desejarem o nosso corpinho bronzeado muito antes da Pamela Anderson andar a correr em slow motion pela praia com um conjunto de gajas de seios generosos. Mas não obstante com responsabilidades. Muitas.

 

Pertenço a um clube elitista, que não teve queimas das fitas ao estilo cigano, borracheiras e comas alcoólicos, temperados por Quim Barreiros e os seus bacalhaus. Não havia festas burguesas de finais de Liceu em Lôret del Mar, com orgias e drogas a pacotes. Não havia apartamentos em cidades universitárias onde tudo era possível acontecer. Tudo isto, note-se, com o alto patrocínio do agregado familiar. A minha carta não foi paga pela mamã, os estudos superiores não foram pagos pela mamã, o carro não foi pago pela mamã, o computador idem aspas. As roupinhas catitas aspas, aspas. Fui trabalhador-estudante. Trabalhava de dia e à noite queimava pestanas e neurónios em directas, muitas vezes consecutivas, alimentadas com doses industriais de cafeína.

 

E não obstante estas dificuldades, com alguma sorte e muito suor e lágrimas, não estou à rasca. O “não estar à rasca” não significa necessariamente nenhuma certeza absoluta que não o venha a estar. E o “não estar à rasca” não quer dizer que, no estrangeiro, profissionais homólogos não estejam a ganhar quase o dobro do que estou a ganhar.

 

Não nos reconhecemos nos políticos que governam este país desgovernado. Políticos profissionais, que tiraram o curso, só para constar um pseudo-título para subir nos degraus das máquinas partidárias e mais nada além disso. Pessoas que não conhecem o terreno, não sabem o que custa, nunca souberam.

 

Este tem vindo a ser o tempo dos concursos de televisão, ganhar dinheiro rápido, ser famoso rápido e não fazer um chavelho por isso. Tem vindo a ser o tempo das cunhas e compadrios. O tempo em que a responsabilização está em desuso. Em que os que estão inibidos de uso de cheque e os devedores em mora vão de férias e os que deviam ter o dinheiro ficam em casa.

 

É, sobretudo, um tempo onde uma nação vendeu aos seus filhos a ideia de que ter um curso, um "Dr" antes do nome, era garantia de emprego, de sucesso, de futuro. E hoje confrontamo-nos com a dura realidade: não é! E acaba por ser este choque a verdadeira crise. Crise de valores, de princípios, de ética.

 

Perguntam-me: então, e o que fazer?

 

Isto não vai lá com FMI...isto não vai lá com políticos profissionais com cursos de direito...ou engenheiros formados ao fim-de-semana...isto não vai lá com medidas avulso e baralha e volta a dar na educação...

 

O que é preciso, como na vida, é que sejam sinceros connosco. Que nos digam para onde é para ir, o que fazer. O que é preciso é mais humanidade e menos númerologia e, acima de tudo, mais rigor na educação dos nossos filhos. Não é a pagar viagens a Loret del Mar que isto vai lá das pernas. Não é ir para uma manifestação proclamar que está tudo à rasca e antes ir beber umas ginginhas com o dinheiro dos pais e encarar aquilo como se fosse um festival.

 

Somos pacíficos, talvez de mais. E por isso é que estamos como estamos: todos à rasca!

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Quinta-feira, 10 de Março de 2011

Peut-être Pas...

 

 

Même soleil sous un ciel gris
Même désert, même pluie
Même envie qui senfuit
Vers des ombres qui sourient
Même ennui dune même vie
Car le bonheur a son prix
Et naccorde aucun crédit
Aux cœurs qui doutent

 

 

 

Tive o prazer de assistir ao vivo ao doce embalar desta menina. Posso garantir que a sensação foi quase orgásmica e nunca o Coliseu me pareceu tão pequeno e tão...lindo. Como se todas as coisas se juntassem num perfeito encaixe, como se quase o Universo fizesse sentido.

 

E nós, gajos básicos, que, segundo (algumas) nos querem fazer crer, somos todos a mesma merda (1), nós, gostamos que as coisas façam sentido. Porque - lá está - somos básicos. Podemos não acreditar no destino, podemos não acreditar nos astros ou em Deus. Mas gostamos de acreditar que somos (às vezes) super-heróis. Daqueles que andam com as capas rasgadas e afectados pela kryptonite...mas que de vez em quando...conseguem voar...

 

(1) Algumas, tipo, uma, duas, vá, três...a sério, sério...só uma mesmo, portanto, nada de generalizações que em termos estatísticos, de todas as gajas que se cruzaram na minha vida, uma é uma percentagem perfeitamente irrelevante e irrisória.

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Monstros

 

 

 

 

Os monstros existem. Os fantasmas também. Eles vivem dentro de nós e...às vezes eles ganham.

 

 

 

Stephen King

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Segunda-feira, 7 de Março de 2011

Sobre o amor e a relação

 

 

 

 

Uma coisa é o amor, outra é a relação. Não sei se, quando duas pessoas estão na cama, não estarão, de facto, quatro: as duas que estão mais as duas que um e outro imaginam.

 

 

 

Fonte: "Diário de Notícias (2004)"
Autor: Antunes , António Lobo 

 

 

O António para além de não escrever mal, não pensa mal. Acredito que seja o seu ponto de vista. Há, no entanto, que salvaguardar outros pontos de vista, igualmente racionais e não menos incorrectos.

 

É que, se ainda fosse como o António diz, eu até nem me chateava muito. Ir para a cama com 2 ou 3 gajas, parece-me bem. Nada contra. Mas ir para a cama com uma gaja e descobrir, a dada altura, que não estamos sozinhos. Estamos eu, ela e mais os gajos com quem ela mandou umas quecas num passado fresquérrimo pode ser assustador. Podemos ser 3, 4, enfim, uma multidão do caraças. E a contagem não pára...5, 6...

 

E eu cá não gosto de repartir o meu prato com ninguém. Feitios...

 

 

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Sexta-feira, 4 de Março de 2011

Comentários,Gillette e avulsos

 

 - Quem acompanha este blog desde o seu nascimento sabe que nunca tive os comentários moderados por defeito. Tenho-o agora. Não tem a ver convosco nem com nenhum comentário que me foi feito. Às vezes pode acontecer responder e eliminar a minha resposta. Faço-o para notarem que respondi e para lerem a resposta no vosso mail e posteriormente elimino-o porque não interessa a mais ninguém. Um bocado à semelhança do que acontece com o Facebook...onde se responde e elimina...que kridos...

 

 - A categoria do tesão ali ao lado foi eliminada bem como os seus artigos. Não o fiz por ter perdido o tesão mas sim por aquele tesão não fazer mais sentido. Um bocadinho como o amor sem tesão e tesão sem amor estão a ver? 3 anos esteve ali o tesão...3 anos...temos pena!

 

 - Alguns artigos foram eliminados outros esvaziados do seu conteúdo- vide parágrafo anterior.

 

 - Agradeço o convite feito pela Gillette, na forma da sua assessora de imprensa, Carla Ramos, convite esse efectuado também a outros bloggers nacionais, para o evento em Palmela na qual constava uma prova de drifting. Foram respeitadores da privacidade e cumpridores e isso é de sublinhar. Foram um charme. Fico à espera de mais. Oh sim.

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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

Pai

 

 

 

Fez ontem anos que partiste. Amanhã seria o teu dia de anos, um dia que nunca celebrei contigo. Nunca te cantei os parabéns, nunca te bati palmas, nunca te abracei.  

 

Não me recordo do teu sorriso, do teu abraço, de me protegeres...

 

E hoje, apesar de alguns cabelos brancos...saber-me-ia bem sentir isso...

 

Há em mim um certo cansaço de ser forte. Estou cansado de segurar estas muralhas que me protegem. 

 

E por uns breves momentos, nem que fossem meros instantes, gostaria de baixar a guarda.

 

Ao Pai que nunca tive...gostava que estivesses aqui.

 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 2 de Março de 2011

Um dia destes...

 

 

...escrevo uma tese sobre os benefícios de receber inesperadamente (e sem pedir) umas iguarias caseiras no local de trabalho, vindas de muito longe...

 

 

...porque é bom saber que as promessas não são de vidro...e as palavras não são vãs.

 

 

 

estado de alma: deliciado
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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

A Champanha

 

 

Frase geradora de vontade de vestir as calças e desaparecer dali para fora com a camisa na mão e chamar um táxi à menina:

 

 

 

 (edit)- Amóre cUração passas-me a champanha?

 

 

 

 (na próxima cabritada da gang estás feito)

 

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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

...

 

 

You lodge your heart
You wake up with tears and stars in your eyes
You gave it all to someone that cannot love you back
Your days are passed
With wishes and hopes for the love that you've got
You wasted it all to someone that cannot love you back

estado de alma: não queiram saber de mim...
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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Putos

(menino de 4 anos)

 

 

 - Porque não comes?

 - Puque não quero

 - Puquê?

 - Puque não.

 - Sabes o que acontece se não comeres a sopa?

 - Não...

 - Vais ficar pequeninho para sempre...

 - Oh, não vou nada...

 - Vais, vais. Estás a ver o meu tamanho? É porque comi muita sopa...

 - ...

 - E depois sabes que mais?

 - O quê?

 - Depois a tua pila vai ficar sempre pequeninha...

 - A tua pila é gánde?

 - É. E as meninas gostam de pilas gandes não pequeninhas e mirradas

 - Deixa ver a tua pila...

 - Queres ir a meças é?

 - O quê é isso?

 - Deixa lá...um dia vais perceber...e agora? Comes a sopa?

 - A tua pila é do tamanho do meu braço?

 - Num xêi...E agora? Vais comer a sopa?

 - Xim...

 - Pronto...

 

(2 semanas mais tarde diz-me a mãe que o miúdo come a sopa toda e pede mais...anda ainda a comparar as pilas com as dos outros meninos...)

 

Sou tão Deus! Meninos serão sempre meninos...

 

 

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